Mulher empoderada

O empoderamento feminino é um assunto bastante complexo, pois, ao longo do tempo, devido às convenções sociais de cada geração, a mulher ganhou diferentes funcionalidades dentro da sociedade. Houve um tempo em que as opiniões femininas não eram levadas em conta, não se buscava entender-lhes os ideais, as necessidades e os pontos de vista. Atualmente, isso mudou, visto que há uma preocupação maior em entender e aceitar suas crenças e escolhas, ainda que seja ficar em casa, cuidando dos filhos.
Embora as exigências sejam maiores do que um trabalho remunerado, a decisão de ficar em casa, cuidando dos filhos, não traz bônus financeiros, mas não é uma escolha totalmente onerosa, mas, ainda assim, a preferência é alvo de muitos preconceitos, encarada com banalidade, que podem causar impacto negativo à saúde mental da mulher. Desse modo, mesmo por opção, mãe que fica em casa, ocupando-se exclusivamente dos cuidados da casa e dos filhos, pode ser cercada de estigmas, sofrer sozinha e até adoecer.
Quem precisa conciliar as tarefas de ser mãe, esposa, profissional, amiga, filha e tantas outras funções simultaneamente sabe dos desafios a enfrentar, pois conciliar as ocupações de carreira e dona de casa gera uma dimensão muito maior, porque a maternidade se torna uma batalha no trajeto profissional feminino. Por causa de pensamentos inconscientes reproduzidos frequentemente, de forma não intencional, como: “por ser mãe, sua carreira acabou”, “você não vai viajar ou vai faltar”, “você precisa trabalhar fora, mas não se esqueça de seus filhos”; ser mãe ainda é um tabu na vida profissional de muitas mulheres.
Como dar conta de tudo? É perceptível que, além dos fatores que contribuem para o adoecimento no trabalho, como a organização do mesmo, a competitividade, a pressão e o estresse, questões relacionadas à identidade e ao seu papel na sociedade causam impactos especialmente nas mulheres.
Se nos dedicamos à análise da relação entre saúde mental e trabalho, devemos encorajar a discussão sobre a saúde da mulher no trabalho e pesquisar suas particularidades, enfrentando as teorias precoces e revisando papéis há muito tempo estabelecidos, contudo esquecidos e anulados, devido às mudanças sociais que mudam cada vez mais rápido a cada dia. A falta de empatia e de um olhar mais atento às mulheres que têm filhos podem partir, muitas das vezes, das diferenças de realidade entre pessoas com posições extremas, entre chefes e funcionários, entre homens e mulheres, por exemplo. É preciso fomentar discussões que visem entender as opiniões e pontos de vistas femininos, em prol de melhorar a saúde física e mental das mulheres.
Embora as exigências sejam maiores do que um trabalho remunerado, a decisão de ficar em casa, cuidando dos filhos, não traz bônus financeiros, mas não é uma escolha totalmente onerosa, mas, ainda assim, a preferência é alvo de muitos preconceitos, encarada com banalidade, que podem causar impacto negativo à saúde mental da mulher. Desse modo, mesmo por opção, mãe que fica em casa, ocupando-se exclusivamente dos cuidados da casa e dos filhos, pode ser cercada de estigmas, sofrer sozinha e até adoecer.
Quem precisa conciliar as tarefas de ser mãe, esposa, profissional, amiga, filha e tantas outras funções simultaneamente sabe dos desafios a enfrentar, pois conciliar as ocupações de carreira e dona de casa gera uma dimensão muito maior, porque a maternidade se torna uma batalha no trajeto profissional feminino. Por causa de pensamentos inconscientes reproduzidos frequentemente, de forma não intencional, como: “por ser mãe, sua carreira acabou”, “você não vai viajar ou vai faltar”, “você precisa trabalhar fora, mas não se esqueça de seus filhos”; ser mãe ainda é um tabu na vida profissional de muitas mulheres.
Como dar conta de tudo? É perceptível que, além dos fatores que contribuem para o adoecimento no trabalho, como a organização do mesmo, a competitividade, a pressão e o estresse, questões relacionadas à identidade e ao seu papel na sociedade causam impactos especialmente nas mulheres.
Se nos dedicamos à análise da relação entre saúde mental e trabalho, devemos encorajar a discussão sobre a saúde da mulher no trabalho e pesquisar suas particularidades, enfrentando as teorias precoces e revisando papéis há muito tempo estabelecidos, contudo esquecidos e anulados, devido às mudanças sociais que mudam cada vez mais rápido a cada dia. A falta de empatia e de um olhar mais atento às mulheres que têm filhos podem partir, muitas das vezes, das diferenças de realidade entre pessoas com posições extremas, entre chefes e funcionários, entre homens e mulheres, por exemplo. É preciso fomentar discussões que visem entender as opiniões e pontos de vistas femininos, em prol de melhorar a saúde física e mental das mulheres.
Elaborado por Gabriela Gonçalves
Psicóloga
CRP 59516